03 março 2006

And the Oscar goes to...

or The winner is...

No próximo domingo ocorre a edição do Oscar 2006. O favoritismo corre claramente para o filme dos caubóis homossexuais. O Segredo de Brokeback Mountain vem levado a maioria dos prêmios, e os mais importantes deles como o PGA, Globo de Ouro, BAFTA, assim como para direção. Sem dúvida os favoritos. Atualmente outro candidato tem despontado, deixando para trás títulos como Boa Noite e Boa Sorte e Munique. Crash - No Limite tem alardeado entre mutios oscarwatchers e críticos de cinema a considerarem-no o melhor da noite. O chamado Oscar político parece já ter vencedor há tempos, e infelizmente, boa parte da graça se perde nisso.

Confira a lista dos indicados aqui.

Seguem abaixo comentários que fiz sobre os filmes indicados e minhas apostas.

Sra. Henderson Apresenta (Mrs. Henderson Presents, 05)

É certo dizer que Sra. Henderson Apresenta é o filme leve que todo ano demonstra grandes chances de indicação a melhor filme. Simpático, gracioso, bonitnho, adjetivos que serão alegados ao filme. Este não é nem um grande filme, nem uma porcaria, não quer ser pretensioso e o clima britânico configura um ar de ironia e deboche às situações. O grande atrativo reside nas atuações de Judi Dench e Bob Hoskins, ambos maravilhosos, ambos em sintonia, ambos são a razão de existência desse filme. A história de uma mulher que com a morte do marido resolve adquirir um hobbie, e este foi exatamente o de ser mecena e patrocinar o teatro. Porém, há uma peculiaridade: durante a Segunda Guerra Mundial, na Inglaterra, ela resolve mostrar os dotes das mulheres em suas peças, tendo grandes repercussões. Divertido. [66]

Indicações: Atriz (Dench), figurino.

Crash - No Limite (Crash, 05)

Talvez o maior mérito de Crash - No Limite tenha sido a pretensão. Sim, sem esta não haveria tanto alarde quanto a este medíocre filme. Um filme feito para chocar, com o viés de ser considerado sobre (e contra) o racismo, denunciando os podres de toda uma sociedade, e mostrar que astros do atual segundo escalão de Hollywood - e aqueles hoje em dia decadentes - se comprometem em realizar uma obra "adulta" e "política" por pouco dinheiro. Em contrapartida, é essa pretensão que faz o filme tão superficial - juntando várias histórias que se cruzam - e decepcionante. Ótimas cenas permeiam o filme, e das mais patéticas também, e talvez a melhor delas seja justamente o clichê feito para ganhar muito fãs, fazendo-os debulharem em lágrimas. Tarde demais talvez, para aqueles que já viam no filme o enorme ego de Paul Haggis. E mais uma coisa: Sandra Bullock deveria se manter em comédias românticas e Matt Dillon deveria encerrar carreira. [58]

Indicações: Filme, direção, ator coadjuvante (Dillon), roteiro original, canção e edição.

Johnny e June (Walk the Line, 05)

Johnny Cash é uma das maiores lendas da música, seu folk rock é imbatível, seja nas letras, seja na melodia. O maior mérito do filme é colocar Joaquin Phoenix no papel do mestre da música. Contagiado no palco, com uma voz e performance surpreendente dignas do próprio Cash. Mesmo a trama não fugindo dos padrões hollywoodianos de cinema, a fita não decepciona, e a história é contada com parte de seus podres, e sem aquela redenção burocrática de Ray - filme que insistem em comprar no ano. Reese Witherspoon, agora queridinha da América e favorita ao Oscar, está bem em cena. Talvez se a personagem de June oferecesse mais quê dramático apreciaria-a mais. Fãs do músico deveriam conferi-lo, principlamente pela trilha que permeia todo o filme com músicas de excelente qualidade. [77]

Indicações: Ator (Phoenix), atriz (Witherspoon), edição, som e figurino.

Ritmo de um Sonho (Hustle & Flow, 05)

Surpreendi-me com esse filme até. Não esperava nada dele, já que odeio rap, hip hop, e associados, e fui meramente pelas duas indicações. Além de que esperava um outro 8 Mile, com Eminem, que é simplesmente detestável. Mas por trás de toda uma música bem desagrável, com momentos hilários de tão patéticos como muitas vezes as personagens se portam, o filme carrega umn maneirismo, uma simplicidade, que o deixa agradável. Bobo, mas interessante. Terrence Howard está bem, não sei se mereceu a indicação, mas surpreendeu-me também. Ainda não entendo a insistência da Academia em indicar rap para canção. Uma que fala sobre a vida de um cafetão muito menos. Vai entender... [57]

Indicações: Ator (Howard) e canção.

Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice, 05)

Não sei o que acontece. Não sei se é o romance clássico de Jane Austin ou a adaptação. Nunca li o livro e agora não pretendo. Acho muito desagradável entrar no cinema e com cinco minutos de exibição descobrir o que irá se suceder. Era óbvio tudo que ocorreu, só mudam ou incorporam-se os pormenores. Trama batida, longo até demais, clichês e mais clichês, as piores atuações da carreira de Donald Sutherland e de Judi Dench, Keira medíocre e visualmente sem graça... O que realmente se salva são os belos figurinos; a produção técnica do filme até destoa do restante, por mostrar alguma qualidade. Pode-se até gostar, mas a sensação que já viu isso em algum lugar existirá. E sério, poderiam ter tornado a história menos previsível. [44]

Indicações: atriz (Keira), figurino, direção de arte e trilha sonora.

Terra Fria (North Country, 05)

Revisitaram Norma Rae - que já não considero bom - e acrescentaram alguém mais bonita no elenco que Sally Field. Terra Fria conta a história de uma mulher que trabalha numa mina, e que resolve fazer algo depois de diversos abusos. Vai para o tribunal, e os acontecimentos que levaram a isso vão sendo mostrados. Seria melhor sem tantos clichês, e se as agruras de algumas personagens se mostrassem realmente críveis. Terra Fria é mais um desses filmes com o propósito de mudar as pessoas, e posteriormente o mundo. Espalhar a mensagem de exigir seus direitos, como se ninguém já não tivesse feito ou feito de maneira melhor. Charlize Theron e Frances McDormand estão bem, principlamente Theron, mas nada que justifique as indicações. Ainda acho que a principal qualidade dela é a exuberante beleza e não o talento em atuar. [53]

Indicações: atriz (Theron) e atriz coadjuvante (McDormand).

Syriana - A Indústria do Petróleo (Syriana, 05)

Syriana peca pelo grito de justiça. Filme polítivo sobre a indústria do petróleo. O problema é que não se sabe aonde se quer chegar; as histórias paralelas e exaustivas, que muitas vezes nem tem apelo na trama como um todo e acabam se perdendo. Chato, cansativo, extremamente pretensioso... George Clooney, o grande nome do filme, indicado a monte de prêmios pela sua atuação, não merece tanto alvoroço. Sua interpretação é medíocre, e a única coisa que pode ser considerado qualitativo é sua capacidade de engordar e de deixar crescer uma barba medonha. O fraco é mesmo é o roteiro e a direção, galgados numa tentativa de arte pós-moderna com um quê maiúsculo de crítica e denúncia social. Falhou na construção não-linear confusa e incapaz de prender a atenção por muito tempo. [40]

Indicação: ator coadjuvante (Clooney) e roteiro original.

A Luta pela Esperança (Cinderella Man, 05)

Creio ter me cansado dos filmes de Ron Howard. Esse A Luta pela Esperança me pareceu tão mais do mesmo, não me acrescentanto e não me mostrando nada de novo. Os clichês estão por todos os lados, não sempre usá-los da mesma maneira na sua estrutura narrativa torna o filme chato e cansativo. Não que seja um filme ruim, é interessante e já se sbe o que irá se proceder, vale pela garra da personagem em enfrentar tantos obstáculos. Russel Crowe está muito bem no papel do boxeador. Não entendo a indicação de Giammati, provavelmente um dos filmes em que passa mais despercebido. Sequer lembro de sua representação. Giammati já fez melhor, e muito, principalmente nos seus dois últimos filmes como protagonista. [55]

Indicações: ator coadjuvante (Giammati), edição, maquiagem.

O Jardineiro Fiel (The Constant Gardener, 05)

Fernando Meirelles na sua estréia no cinema internacional conseguiu o que Walter Salles não conseguiu: aclamação de público e crítica - mesmo pessoalmente preferindo Água Negra a esse. O trunfo está em saber utilizar uma denúncia sobre a indústria farmacêutica sem querer ser inovador ao extremo. A narrativa baseia-se em lapsos e em flashbacks, na tentativa de relembrar tudo o que levou a morte da personagem de Weisz. A cena inicial é praticamente o desfecho da trama, e ao relembrar entramos no mundo injusto que o filme mostra. Ralph Fiennes e Rachel Weisz estão muito bem em cena, e ao lado do roteiro são os melhores aspectos do filme. Ponto para Meirelles, que soube fazer um edificante thriller político. [83]

Indicações: atriz coadjuvante (Weisz), edição, roteiro adaptado e trilha sonora.

Harry Potter e o Cálice de Fogo (Harry Potter and the Goblet of Fire, 05)

Este Harry Potter é, para mim, o melhor da série. Conseguiu inserir numa aventura bem divertida o clima sombrio, suposto do terceiro filme. Geralmente não espero muito dos filmes do bruxo, mesmo porque o pouco que li dos livros que dão origem à cinessérie não me agradaram nada. O único intuito de ver o filme é que são perfeitas sessões da tarde, e esse me empolgou bastante. Ágil, divertido, engraçado. Não peço mais nada para um filme como esse, entretenimento puro. Os atores muito melhores agora, interessantes participações, Voldemort me cativando como personagem. As competições são o máximo, dá até vontade de frequentar aquele colégio. [78]

Indicação: direção de arte.

King Kong (King Kong, 05)

Peter Jackson recriou fantasticamente o universo do macaco gigante que se apaixona pela mocinha. Visualmente o filme é um primor, principalmente os efeitos visuais, criando expressões faciais para Kong ao melhor estilo de Gollum. Se tira-se meia hora da primeira hora, com certeza esse filme me agradaria mais. Porque Peter Jackson sabe o que faz, pegou o clássico original, extraiu o que tem de melhor do roteiro, as melhores cenas e sacadas, melhorou visualmente, tirando o aspecto tosco, e ainda deu margem para cenas geniais - vide o vaudeville para Kong, ou a cena do gelo. Uma pena que exagerou e tornou bem cansatiuvo o início, e nem as duas horas subsequentes foram suficientes para remediar toda situação. [83]

Indicações: som, edição de som, efeitos visuais e direção de arte.

Memórias de uma Gueixa (Memoirs of a Geisha, 05)

Memórias de uma Gueixa é o típico filme fantástico na primeira metade que não consegue manter o nível. Iniciando-se muito bem e despencando em clichês monumentais após clichês monumentais. É algo até triste ver uma história bela e promissora desbocar numa desagrável finalização, homérica pela falta de originalidade. Ao menos a parte cultural vale, principalmente aos leigos no assunto como eu. A difícil trajetória de uma gueixa desde sua infância, e, a muitas vezes, decência da profissão. Confundinda facilmente com prostitutas, as gueixas são fruto da cultura milenar japonesa, e que bela cultura! Tecinacamente o filme é primoroso de fato, seja o que for. Zhang Ziyi, cotada para uma indicação, está bem. Mas quem rouba as cenas é Gong Li no papel de gueixa esnobe e má. Entendo perfeitamente as críticas negativas ao filme, mesmo tendo achado a história bela sob determinada prisma. [68]

Indicações: fotografia, figurino, direção de arte, trilha sonora, som, edição de som.

As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e o Guarda-roupa (The chronicles of Narnia: The Lion, The Witch and the Wardrobe, 05)

Para mim, era o filme mais esperado do semestre passado. E mesmo tendo ficado abaixo do esperado não consegui deixar de gostar dessa fábula, que é quase uma versão infantil de O Senhor dos Anéis. A batalha entre dois lado, entre Aslam e a Feiticeira, que invocam garotos do nosso mundo durante a Segunda Guerra apra ajudá-los. Sequências fantásticas como a batalha entre os dois grupos. A maquiagem é ótimo e toda o clima compõem a aventura. Talvez o filme merecesse outras indicações, como canção, e desmercesse efeitos visuais. Mas mesmo assim o filme vale ser conferido, sem pretensão alguma. [83]

Indicações: som, efeitos visuais e maquiagem.

A Noiva Cadáver (The Corpse Bride, 05)

Eu sinceramente esperava mais na nova animação de Burton, soaram-me bem decepcionante aqueles rasos 76 minutos. Mas mesmo assim ele consegue criar mais uma vez um mundo fantástico, empalado por uma ironia crítica, e um humor muitas vezes perverso. Mais uma vez ele consegue uma trilha fantástica para o filme - Tears to Shed é linda -, e um clima lindo em quesitos de animação. Talvez visualmente a mais bonita do ano. O que me fez gostar menos do filme foi a rápida sucessão de eventos, tudo ocorre muito rápido, e assim do nada se tem a conclusão. Interessante é ver que Tim Burton, um grande injustiçado da Academia, consegue sua primeira indicação justamente pela sua animação. [73]

Indicação: animação.

Paradise Now (Idem, 05)

Paradise Now começa bem, a história de dois garotos que são recrutados como homens bomba, acreditando que esse é o único meio de serem ouvidos. Embates emocionais sucedem num ritmo muito lento, uma calmaria imensa, eles se auto analisam, pensam naquilo que farão. Problemas ocorrem, blá, blá, blá. Dizem que mostram o lado humano do homem bomba, o que ele passa numa situação dessa. Infelizmente o filme não me acrescentou nada de novo, apenas mostrou que são fanáticos religiosos e extremanete idealistas. Além do fato de que a vida deles é extremamente pacata e não fazem praticamente nada. Uma grande baboseira com toque humanitário para parecer desmitificador. Ao menos a última cena, passeando pelos rostos é fantástica. [53]

Indicação: filme estrangeiro.

Uma Mulher Contra Hitler (Sophie Scholl - Die Letzten Tage, 05)

Em breve.








Indicação: filme estrangeiro.

A Marcha dos Pingüins (La Marche de L'emperuer, 05)


O famoso filmes dos pingüins fofos encantou platéias do mundo inteiro, tornou-se um marco para o cinema documental francês - é este que lidera os filmes franceses com maior bilheteria nos EUA - ao humanizar os animais. Dando-lhes vozes humanas, que servem para narrar a história, tem o intuito de mostrar o quão difícil é toda a jornada dos pingüins imperadores - A Marcha do Imperador como é conhecida, aliás, porque é que mudaram o título? -, e honestamente, por mais bonito e simpático que seja o filme, não passa de um documentário qualquer do Discovery Channel com um toque de melodrama. Bonito? sim; meigo? também; inovador? nem tanto. [68]

Indicação: documentário.

A ser escrito sobre: Boa Noite e Boa sorte [65] e Capote [59].


Apostas ao Oscar 2006

Filme

Quem vai levar: O Segredo de Brokeback Mountain
Talvez: Crash - No Limite
Quem merece: Munique
Injustiçado: Ponto Final

Direção

Quem vai levar: Ang Lee (O Segredo de Brokeback Mountain)
Talvez: Steven Spielberg (Munique)
Quem merece: Steven Spielberg (Munique)
Injustiçado: Tim Burton (A Fantástica Fábrica de Chocolates)

Ator

Quem vai levar: Philip Seymour Hoffman (Capote)
Talvez: Joaquin Phoenix (Johnny e June)
Quem merece: Joaquin Phoenix (Johnny e June)
Injustiçado: Bruno Ganz (A Queda!)

Atriz

Quem vai levar: Reese Whiterspoon (Johnny e June)
Talvez: Felicity Huffman (Transamérica)
Quem merece: Judi Dench (Sra. Henderson Apresenta)
Não visto: Transamérica
Injustiçado: Emanuelle Devos (Reis e Rainha)

Ator Coadjuvante

Quem vai levar: Jake Gyllenhaal (O Segredo de Brokeback Mountain)
Talvez: George Clooney (Syriana - A Indústria do Petróleo)
Quem merece: Paul Giamatti (A Luta Pela Esperança), o menos medíocre
Injustiçado: Bob Hoskins (Sra. Henderson Apresenta)

Atriz Coadjuvante

Quem vai levar: Rachel Weisz (O Jardineiro Fiel)
Talvez: Michelle Williams (O Segredo de Brokeback)
Quem merece: Rachel Weisz (O Jardineiro Fiel)
Não visto: Juneburg
Injustiçado: Scarlett Johansson (Ponto Final)

Roteiro Adaptado

Quem vai levar: O Segredo de Brokebak Mountain
Talvez: Munique
Quem merece: Munique
Injustiçado: Old Boy

Roteiro original

Quem vai levar: Boa Noite e Boa Sorte
Talvez: Crash - No Limite
Quem merece: Ponto Final
Não visto: A Lula e a Baleia
Injustiçado: 2046
Direção de arte & Cenário
Quem vai levar: Memórias de uma Gueixa
Talvez: King Kong
Quem merece: Memórias de uma gueixa
Injustiçado: A Fantástica Fábrica de Chocolates

Figurino

Quem vai levar: Memórias de uma Gueixa
Talvez: Orgulho e Preconceito
Quem merece: A Fantástica Fábrica de Chocolates
Injustiçado: 2046
Fotografia

Quem vai levar: Boa Noite e Boa Sorte
Talvez: O Segredo de Brokeback Mountain
Quem merece: Boa Noite e Boa Sorte
Não visto: O Novo Mundo
Injustiçado: 2046

Maquiagem

Quem vai levar: As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa
Talvez: Star Wars: Episódio III - A Vingaça dos Sith
Quem merece: As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa
Injustiçado: A Fantástica Fábrica de Chocolates
Montagem

Quem vai levar: Munique
Talvez: Crash - No Limite
Quem merece: Munique
Injustiçado: Caché

Som

Quem vai levar: Johnny e June
Talvez: Guerra dos Mundos
Quem merece: King Kong
Injustiçado: Ponto Final
Efeitos Sonoros

Quem vai levar: King Kong
Talvez: Guerra dos Mundos
Quem merece: King Kong
Injustiçado: A Vingança dos Sith

Efeitos Visuais

Quem vai levar: King Kong
Talvez: Guerra dos Mundos
Quem merece: King Kong
Injustiçado: A Vingança dos Sith

Canção

Quem vai levar: 'In the Deep', Crash - No Limite
Talvez: 'Travellin' Thru', Transamérica
Quem merece: 'In the Deep', Crash - No Limite
Não visto: Transamérica.
Injustiçado: 'Sekai no Yakusoku', O Castelo Animado

Trilha Sonora

Quem vai levar: O Segredo de Brokeback Mountain
Talvez: Memórias de uma Gueixa
Quem merece:O Segredo de Brokeback Mountain
Injustiçado: 2046
Animação

Quem vai levar: Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais
Talvez: O Castelo Animado
Quem merece: O Castelo Animado

Filme estrangeiro

Quem vai levar: Tsotsi
Talvez: Paradise Now
Quem merece: visto apenas Paradise Now.
Injustiçado: 2046 - mesmo que não estivesse no padrão.

Documentário

Quem vai levar: A Marcha dos Pingüins
Talvez: Murderball
Quem merece: visto apenas A Marcha dos Pingüins
Injustiçado: Doutores da Alegria - por que não?

Links relacionados:

Concursos:

0 Comentário(s):

Postar um comentário

<< Voltar