30 janeiro 2006

Mel, Gabriel e o Cinema

bom.

olá, aqui é a mel e o gabriel vai me matar porque eu estou escrevendo com letras minúsculas. ele manda dizer que está viajando, portanto o blog estará sob meu comando durante essa semana. (o: mas não se preocupem, não farei bagunça.

ele pediu encarecidamente pra que eu não desviasse o assunto do blog. ou seja, eu tenho que escrever sobre filmes. acontece o seguinte. eu sou um cu [ai, deos, não sei se pode escrever palavrão, o gabriel vai me matar denovo] para escrever críticas, porque eu sei praticamente nada sobre cinema. só consigo (pseudo)analisar os filmes dos quais eu gosto MUITO, porque eles costumam me tocar de maneira a me fazer ter vontade de falar.

mas isso só acontece três vezes por ano. e, infelizmente, esse ano já foram as três.

então não vai ter crítica. mesmo porque eu duvido que vocês fossem ler de bom grado o que uma leiga como eu acha de algum filme. mas o post vai ser sobre filminhos, sim, de um modo nada técnico, nada baseado em conhecimentos cinematográficos, mas todo particular e, bom, meigo.

porque eu sou uma menina meiga, sabe.

e, obviamente, meus filmes preferidos são todos meigos.

o meu relacionamento com filmes vem de loooonge, embora eu não consiga lembrar qual foi o primeiro longa-metragem a que eu assisti. vasculhando bem fundo na minha cabecinha me vêm imagens de A Pequena Sereia, seguido por Cinderela e Bela Adormecida. me lembro primeiro da Ariel não porque a conheci antes, mas porque, das três, era minha favorita - inclusive causadora de um impulso incontrolável por pintar o cabelo de vermelho, impulso que só teve concorrência séria quando conheci Saori e seu cabelo roxo [Cavaleiros do Zodíaco, you know] e mais tarde com a multi-colorida Clementine, de Brilho Eterno.

e aproveitando o pulo histórico [estórico, já que se trata de mim], eu vou cruzar tudo e comentar brevemente [talvez não] sobre a relação gabriel-filmes-mel. desde que eu conheci o gabriel, há quase três anos, eu sei do amor [condicional, mas sempre leal] que ele nutre por cinema. então eu PRECISO aproveitar que eu tô aqui, em seu blog, para citar os filmes que eu só vi por sua causa. O Ano Passado em Marienbad, deos, foi quando eu já tava com segundas intenções, hm. (o: é, já estava querendinho ser mais do que só uma amiga, mas era uma vontade quase pecadora, ainda muito pouco romantizada (ai, posso contar essas coisas pessoais aqui?). É claro que Marienbad foi muito útil para aprender aquele jogo super divertido, no qual, após pouquíssimo tempo de treino, eu passei a ganhar sempre. Teve também O Homem-aranha 2, que nós fomos ver no cinema, e que eu provavelmente nunca taria visto se não fosse o convite do meu então melhor amigo. fiquei tão feliz quando ele me convidou, oh-que-graça [mas eu tenho motivos não interessantes o suficiente para ter me sentido assim]. ah, claro, nunca poderia me esquecer de Colateral, que eu dignamente assisti somente pelo gabriel, e que achei uma bosta, por sinal. e o filme-clímax de tudo, Chamas da Vingança, no dia do nosso primeiro beijo.

esses são só os mais importantes. há muitos outros, mas aposto que vocês não estão interessados e eu sei que tem limite de caracteres, não vai caber tudo.

mas enfim.

a verdade é que agora eu não sei mais o que escrever. mudei de assunto, me desviei do meu projeto inicial, o que é até melhor, porque provavelmente não iria caber também, eu ia me desesperar, e no final ia dar na mesma, porque eu estou me desesperando anyway, já que eu não sei como terminar esse texto.

ah, deos, como é difícil escrever sobre filmes.

por mel von erlea

ps: notem como eu me esforcei, escrevi os nomes dos filmes com letra maiúscula e tudo. (o: não me odeiem, por favor.

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